1 SESSÃO GESTÃO DO STRESS + 1 SESSÃO DE MASSAGEM de RELAXAMENTO

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Falar sobre o que o stressa na vida (trabalho? família? saúde?…) é a primeira forma de o ultrapassar.

Trate da Mente e do Corpo – marque uma sessão de gestão de stress, seguida de uma massagem de relaxamento.

HORÁRIO: Segundas e Sextas

DURAÇÃO: 2 sessões numa só, de 45 mn cada -1h,30 total

PREÇO: 40 euros

PACK DE 3 sessões: 100 euros (pagos previamente na totalidade)

MARCAÇÕES: 927 005 813 ou 914 585 291

MORADA: R. Andrade Corvo nº 11, R/c, Sala 2 – Lisboa (metro Picoas, frente à MEO)

EQUIPA: Ana Martins (Psicoterapeuta certificada) & Patrícia Cardoso (Massagista Terapeuta Certificada)

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Empatia (post 2): os fundamentos neurológicos da empatia

“Les découvertes récentes de neurophysiologie apportent des éléments de compréhension du processus de l’empathie. Il semble qu’elle repose sur deux composants majeurs : une disposition innée et non consciente à ressentir que les autres personnes sont « comme nous » et une capacité consciente à nous mettre mentalement à la place d’autrui.

Le premier composant apparaît dès les premiers stades du développement de l’enfant, par l’activation de neurones miroirs à la simple observation d’une action chez un autre individu, par un phénomène de résonance motrice entre un cerveau et un autre : « la perception est une simulation interne de l’action » dit Berthoz.

Le second composant se développe plus tardivement, nécessitant des capacités de manipulation des représentations mentales. Enfin, dernier élément, cette compréhension de l’état subjectif d’autrui se réalise sans confusion avec le nôtre. Nos capacités d’empathie sont par ailleurs modulées par notre attention et notre motivation”.

 

(excertos do artigo de Edith Simon, 2009, “Processus de conceptualisation d’ “empathie”, Recherche en soins infirmiers nº 98/3, em breve tradução e adaptação para o português de Ana Martins

 

Empatia: investigação sobre o conceito (Post 1)

A introdução do termo empatia na psicologia americana

” Une première consultation du dictionnaire nous enseigne que l’empathie est la « capacité de s’identifier à autrui, de ressentir ce qu’il ressent. Remarquons que cette définition comporte précisément des éléments faisant débat : y a-t-il un processus d’identification dans l’empathie ? Y a-t-il un partage des affects ?

Le psychologue anglo-saxon Titchener (1909) reprenant cette thèse, désigne par empathy l’amalgame d’imageries visuelles et kinesthésiques par lequel certaines expériences perceptives sont rendues possibles. Il attribue à l’empathie à la fois une fonction perceptive et sociale. C’est par Titchener que la problématique de l’empathie est introduite dans la psychologie américaine,

Carl Rogers e o conceito de empatia

Figure emblématique de la psychologie humaniste nord-américaine, Rogers développe une relation d’aide psychothérapeutique de type permissif, centrée sur la personne. Par une série d’entretiens, le client acquiert progressivement une compréhension de lui-même à un degré qui le rend capable de faire face aux réalités de la vie de manière plus constructive, de découvrir avec du secours ses propres solutions à ses problèmes.

Via l’écoute inlassable de matériau enregistré, Rogers théorise sa pratique psychothérapeutique. Il désigne l’empathie comme une variable significative de la relation d’aide. Il s’agit de percevoir de l’intérieur les réactions personnelles et les sentiments essentiels du client, tels qu’ils apparaissent au client lui-même, et de lui communiquer cette compréhension.

Rogers écrit : « Être empathique, c’est percevoir le cadre de référence interne d’autrui aussi précisément que possible et avec les composants émotionnels et les significations qui lui appartiennent comme si l’on était cette personne, mais sans jamais perdre de vue la condition du « comme si”.

L’empathie permet au thérapeute de participer de façon aussi intime que possible à l’expérience du client tout en demeurant émotionnellement indépendant. Pour Rogers l’empathie est un processus d’entrée dans le monde perceptif d’autrui, qui permet de devenir sensible aux mouvements d’affects qui se produisent chez ce dernier, tout en gardant la conscience d’être une personne séparée de lui.

 

Mucchielli apporte le commentaire suivant : « Nulle part plus que dans la compréhension d’une personne, l’effort d’objectivation n’exige en même temps de la part de l’Aidant l’intelligence « froide » de ce qui se passe pour l’Aidé, et l’immersion dans la subjectivité du client : c’est cet effort que l’on appelle « empathie », effort de décentration par rapport à soi pour entrer dans l’Univers de l’Autre et le comprendre humainement”.

 

(excertos do artigo de Edith Simon, 2009, “Processus de conceptualisation d’ “empathie”, Recherche en soins infirmiers nº 98/3, em breve tradução e adaptação para o português de Ana Martins

A lei do mercado: um filme arrasador sobre a situação de desemprego

Filme dramático, do cineasta francês Stéphane Brizé, sobre o mercado de trabalho e o efeito arrasador da crise económica na vida do cidadão comum

Thierry (Vincent Lindon), de 51 anos de idade, está desempregado há quase dois anos. O subsídio aproxima-se do fim, as formações profissionais que lhe indicaram no centro de emprego não têm saída e o Banco pressiona-o a vender o apartamento.

Depois de muitos meses de angústia, em que procurou incessantemente um meio de sustentar a mulher e o filho deficiente motor, está quase a perder a esperança. Um dia é selecionado para a função de segurança de um supermercado. Apesar do modesto ordenado, é finalmente capaz de cobrir as necessidades básicas da família.

Tudo corre bem até ao momento em que recebe a tarefa de espiar as colegas das caixas para justificar o seu despedimento. Thierry sente-se em conflito com o que considera moralmente aceitável e tem de escolher entre compactuar com a entidade patronal ou voltar para a precariedade que quase o levou ao desespero

(in https://www.comunidadeculturaearte.com/5-filmes-para-veres-nos-proximos-dias-na-rtp2/)

DIA ABERTO DE PSICOTERAPIA a preços simbólicos continua!

Ana Martins psicoterapeuta

Faz quase um ano que demos início a esta iniciativa solidária! Link: divulgação

UM ANO DE TRABALHO, MUITOS RESULTADOS!

A iniciativa continua! Inscreve-te (vê abaixo as condições):

CONSULTAS DE PSICOTERAPIA A PREÇOS SIMBÓLICOS PARA 12 UTENTES

Num contexto económico e social actualmente desfavorável à oferta de acolhimento psico-terapêutico, o consultório da Rua Andrade Corvo nº 11, R/C, Gab. 2 (Lisboa, Picoas) abre espaço para receber 12 utentes em psicoterapia individual a preço simbólico, às terças-feiras.

As consultas individuais, de acompanhamento, de curta ou longa duração, terão lugar quinzenalmente (uma sessão de 15 em 15 dias para cada utente).

Os interessados poderão esclarecer as suas dúvidas ou fazer marcação através do mail anamartins_psicoterapia@outlook.pt ou pelo 91458 52 91.

Com esta iniciativa, o consultório pretende afirmar o seu contributo e intervenção no campo da saúde, prevenção e exclusão social das pessoas em sofrimento psíquico e social.

A primeira consulta destina-se a avaliar…

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Gerir as Emoções no Trabalho – no Centro do Bem Estar em Lisboa

O Centro do Bem Estar abre em Lisboa com uma primeira iniciativa:

GERIR AS EMOÇÕES NO TRABALHO

As emoções são uma parte integrante e inseparável do mundo do trabalho.

Desde a alegria de um trabalho bem feito, ao sentimento de rejeição de um cargo, à tristeza perante a atitude de um cliente, ao medo de não estar à altura, ao sentimento permanente de insatisfação, o trabalho está saturado de emoções, muitas das vezes difíceis de gerir e conjugar com a vida pessoal.

É, pois, importante saber lidar com as suas emoções e as dos outros no local de trabalho.

Aprenda a

  1. Identificar o que sente;
  2. Comunicar adequadamente os seus sentimentos no local de trabalho;
  3. Saber compreender as emoções por detrás do que lhe diz o seu chefe, subordinado ou cliente;
  4. Equilibrar a vida profissional com a vida pessoal.

 

Sessão prévia: por marcação, grátis, sem compromisso.

Sessões individuais (4 sessões) /marcação semanal) – 100 euros

Sessões de grupo (4 sessões/todas as quintas feiras às 18,30) – 80 euros

Pagamento: o total das 4 sessões é pago previamente.

 

Marcações: Mail: anamartins_psicoterapia@outlook.pt OU TM: 914 585 291

ANA MARTINS – Psicoterapeuta desde 2001 com título profisssional certificado pela Network of the European Associations for Person-Centred and Experiential  Psychotherapy and Counselling ( PCE Europe)

Mudança Terapêutica – introdução

Rogers (1959 e 1961b1994) descreveu o processo de mudança durante a terapia distinguindo-lhe vários estádios através dos quais o cliente se movimenta de uma posição de experienciação (experiencing) remota para uma aceitação da experiência.

Rogers rejeitou a possibilidade de descrever esse processo nos termos em que o fizeram as teorias da aprendizagem, as teorias da comunicação (conceitos de feedback, sinais de output e input) ou uma teoria geral dos sistemas: segundo ele “… what is needed first is to steep oneself in the events, to approach the phenomena with a few preconceptions as possible, to take a naturalistic’s observational, descriptive approach to these events, and to draw forth those low-level inferences which seem most native to the material itself” (1958: 142). De acordo com esta convicção, Rogers fez de si uso enquanto instrumento ouvindo durante horas e o mais ingenuamente possível o registo das suas sessões de terapia, tentando capturar elementos que pudessem ser sinalizadores de mudança, e formulando posteriormente hipóteses.

Esta observação naturalista permitiu-lhe chegar à conclusão que o processo terapêutico engloba várias linhas de força — vivência dos sentimentos, modo de experienciar, comunicação do eu, construções pessoais, relações interpessoais, relação do indivíduo com os seus problemas, passagem da incongruência à congruência– a princípio separadas, mas que se tornam cada vez mais uma unidade à medida que o processo se desenrola: “… o processo parte de um ponto de fixidez onde todos os elementos e linhas de força atrás descritos são facilmente discerníveis e compreensíveis isoladamente, até ao ponto culminante da terapia em que todas essas linhas de força convergem de modo a formar um todo homogéneo” (1961: 139).

(in Ana Martins, Tese de Doutoramento, Universidade Nova de Lisboa, 2001)

(continuar a ler: em breve)